quinta-feira, 16 de abril de 2015

Auditores fiscais denunciados na Operação Publicano como integrantes de uma organização suspeita de favorecer a sonegação de impostos em troca de propina empurraram a família para dentro do esquema, segundo apontam as investigações do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco). Em alguns casos os familiares foram colocados como donos “formais” de empresas que na verdade pertenceriam aos auditores, segundo o Gaeco. Conforme os investigadores, há casos de empresas que eram usadas para fazer transações fictícias e gerar créditos de Imposto sobre a Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). As suspeitas recaem sob a Tarfil Comércio de Tarugo e a Perfil, Metais e Alumínios. Há casos de empresas de factoring, como a Paraná Cash e a Masterinvest. Nesses casos a propriedade real das empresas é atribuída pelos investigadores a Luiz Antônio de Souza, que era inspetor-geral de fiscalização da Delegacia da Receita Estadual em Londrina.

Fonte: Gazeta do Povo - 16/04/2015
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