Depois de embalar o crescimento do consumo nos últimos anos, a classe C perdeu fôlego nas compras. A combinação de endividamento, inflação e juros mais altos e crescimento mais tímido da renda afetaram a disposição da nova classe média em gastar. Um estudo da consultoria IPC Marketing estima que a classe C deve responder por 26% do potencial de consumo urbano do país em 2014 – cerca de R$ 790 bilhões –, o nível mais baixo desde 2007, quando ficou em 25,7%. O recorde foi em 2009, com 30%. Segundo o relatório, os brasileiros vão gastar, ao todo, R$ 3,24 trilhões em 2014, mas essas despesas serão puxadas pela classe B, que será responsável por quase metade do total (50,8%), ou R$ 1,5 trilhão.
Fonte: Gazeta do Povo - 12/08/2014











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