Em tempos de crise nas finanças e na economia mundial, a atitude dos consumidores de produtos e serviços de luxo sofreu drásticas mudanças. Conceitos foram revistos, velhos hábitos passaram a ser condenados, novos códigos se consolidaram e, enquanto algumas marcas caíram em maldição, outras subiram de cotação. De 2008 até bem recentemente, o “luxury shame” (vergonha do luxo, em português) transformou a ostentação em um pecado grave, fez modismos descartáveis ganharem a pecha de mera tolice e a sobriedade se tornar um comportamento positivo e valorizado.
Fonte: IG - Luxo - 10/07/2012










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