Riquezas quase incomensuráveis escondem-se nos cemitérios de naus que povoam os oceanos. Somente em águas brasileiras, estima-se que existam duas mil embarcações naufragadas, parte delas recheada de moedas de ouro e prata. A caça desses tesouros marítimos faz a fortuna – e também lança polêmica – de empresas detentoras das mais modernas tecnologias de regaste de naufrágios. A americana Odyssey Marine Exploration divulgou, na semana passada, a descoberta da localização do cargueiro inglês SS Gairsoppa, que jazia havia seis décadas a 4,7 mil metros de profundidade no Atlântico Norte. Ele trazia sete milhões de onças de prata, avaliadas em R$ 430 milhões. Desse total, 80% ficarão com a empresa e o restante será destinado ao governo britânico. É a maior fortuna já encontrada sob o oceano.sexta-feira, 7 de outubro de 2011
sexta-feira, outubro 07, 2011
Nenhum comentário
Riquezas quase incomensuráveis escondem-se nos cemitérios de naus que povoam os oceanos. Somente em águas brasileiras, estima-se que existam duas mil embarcações naufragadas, parte delas recheada de moedas de ouro e prata. A caça desses tesouros marítimos faz a fortuna – e também lança polêmica – de empresas detentoras das mais modernas tecnologias de regaste de naufrágios. A americana Odyssey Marine Exploration divulgou, na semana passada, a descoberta da localização do cargueiro inglês SS Gairsoppa, que jazia havia seis décadas a 4,7 mil metros de profundidade no Atlântico Norte. Ele trazia sete milhões de onças de prata, avaliadas em R$ 430 milhões. Desse total, 80% ficarão com a empresa e o restante será destinado ao governo britânico. É a maior fortuna já encontrada sob o oceano.
Assinar:
Postar comentários (Atom)










0 Comentários - Clique aqui e comente:
Postar um comentário
Deixe seu comentário, crítica ou sugestão.