sábado, 23 de maio de 2015

Enquanto a crise econômica não chega ao bolso das pessoas, elas tendem a achar que os problemas anunciados pelos especialistas não passam de miragem. O PIB empacou? Os investimentos caíram? O governo trabalha sem superávit? Se isso não afeta a vida ou trabalho de alguém, provavelmente não vai significar coisa alguma. Mas as questões financeiras dos brasileiros passam por um momento singular. A inflação, aquela velha senhora que parecia domada pelo Plano Real, está de volta. Junto dela, ressurgem lembranças ruins e os temores que pareciam confinados a um passado distante. Para quase todo mundo, não há nada mais chocante e verdadeiro no campo econômico do que a descoberta de que os preços estão em forte disparada. Isso não só escancara a crise – sim, ela está aí e desta vez veio com força – como causa impactos financeiros imediatos. Para a classe média, essa realidade é ainda mais cruel. A conta para esse grupo de brasileiros está pesada. Entre janeiro e abril, as mensalidades escolares subiram, em média, 10%. No supermercado, alguns alimentos ficaram, neste ano, 40% mais caros. O preço da gasolina acelerou 9%. Nos cursos de idiomas, a alta superou 11%. Tudo isso para uma inflação oficial de 4,56% nos quatro primeiros meses de 2015. Está caro demais viver no Brasil – e, se o governo não agir com tenacidade, vai ficar ainda mais.

Fonte: IstoÉ - 23/05/2015
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Um cartão de crédito vem chamando a atenção dos consumidores brasileiros e já tem uma fila de espera de nada menos do que 70 mil pessoas, que aguardam ansiosamente para ganhar o seu. O Nubank Mastercard Platinum, emitido pela administradora de cartões Nubank, tem despertado interesse por prometer transparência, custos menores e a possibilidade de resolver qualquer pendência pela internet. O cartão da Nubank, startup criada em setembro do ano passado, não tem taxa de anuidade nem tarifas, cobra juros rotativos abaixo da média do mercado - que são os juros cobrados em caso de atraso ou parcelamento da fatura - e é gerenciado por um aplicativo no celular, que oferece informações detalhadas sobre os gastos realizados no plástico. Segundo a empresa, o cartão tem feito sucesso por suprir uma demanda reprimida de consumidores que estão acostumados com taxas de juros exorbitantes, atendimentos burocráticos e estão insatisfeitos com seus cartões, que oferecem poucas informações e meios para controlar os gastos no crédito.

Fonte: Exame - 23/05/2015
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Aos 20 anos de idade, estamos no auge da nossa juventude, é tempo de descobrir coisas novas, se aventurar e arriscar, fazendo tudo o que temos vontade de fazer. Viajar é uma das coisas mais legais a fazer, e há lugares ao redor do mundo que são simplesmente imperdíveis, perfeitos para conhecer aos 20 e poucos anos, seja pelo desafio, pelo conhecimento, ou pelo crescimento emocional e espiritual que eles proporcionam. Certamente, visitar todos ou alguns desses 20 lugares é bastante enriquecedor para qualquer jovem chegar com o pé direito na fase adulta.

Fonte: Tudo Interessante - 23/05/2015
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Se você mora em uma grande cidade como São Paulo já deve ter se acostumado com a cultura de não ter ideia de quem é a pessoa que mora logo ali, no apartamento vizinho ao seu. Nas cidades que você vê a seguir, contudo, essa é uma possibilidade para lá de remota. Com menos de dois mil moradores, as 10 menores cidades do Brasil quase não têm gente suficiente para encher ¼ do tradicional Edifício COPAN, em São Paulo. O prédio, inaugurado na década de 1960, é ocupado por cerca de cinco mil pessoas que vivem em 1.160 apartamentos. Na prática, mais de 1,2 mil municípios brasileiros abrigam menos habitantes do que o condomínio mais famoso da cidade de São Paulo, de acordo com a estimativa populacional do IBGE para 2014. Além de pouca gente, algumas das menores cidades do Brasil não têm sequer carros suficientes para lotar a garagem subterrânea do Copan. Conheça os números minúsculos das menores cidades do Brasil.

Fonte: Exame - 23/05/2015
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Dez mil quartos distribuídos em doze torres. O Abraj Kudai, projetado para ser o maior hotel do mundo, está sendo construído na cidade de Meca, na Arábia Saudita, considerada sagrada para os muçulmanos. Segundo a consultoria de engenharia e arquitetura Dar Al-Handasah, responsável pelo projeto, o hotel cinco estrelas custou 3,5 bilhões de dólares - o equivalente a 10 bilhões de reais - e ocupa uma área de 1,4 milhão de metros quadrados. A inauguração está prevista para 2017. O complexo de hospedagem vai contar ainda com 70 restaurantes, quatro helipontos, um shopping center e um gigantesco centro de convenções. Cinco andares ficarão reservados para a família real saudita. O hotel ficará a 2,2 quilômetros da Masjid al- Haram, conhecida a Grande Mesquita.

Fonte: Veja - 23/05/2015
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A despeito do anúncio de um corte orçamentário na casa das dezenas de bilhões, o governo Dilma Rousseff ainda prevê gastar mais dinheiro em 2015 do que no ano eleitoral de 2014. De acordo com as projeções divulgadas pela área econômica nesta sexta (22), as contas do Tesouro só fecharão com aumento agudo –e ainda pouco palpável– da arrecadação de tributos e outras fontes de receita. Mesmo com o bloqueio recorde de $ 69,9 bilhões em despesas do Executivo, permanecem programados para o ano desembolsos de R$ 1,1 trilhão, algo como R$ 100 bilhões acima do montante pago em 2014, também recorde. Consideradas as proporções da economia do país, os gastos sobem de 18,7% do PIB para o equivalente a 18,9%.

Fonte: Folha - 23/05/2015
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sexta-feira, 22 de maio de 2015


O Módulo Caixa, parte integrante do Beta Sistemas, foi desenvolvido pela Peris Consultoria Empresarial para suprir uma necessidade que as empresas têm no controle diário do caixa. Atualmente, a maioria dos sistemas para lançamento do caixa se tornaram integrados com outros módulos da empresa, os chamados ERP - Sistema Integrado de Gestão Empresarial (Enterprise Resource Planning) e, por muitas vezes, complexos. Isso acabou gerando uma certa dificuldade, em algumas empresas, de manter o seu sistema de caixa sempre atualizado, visto que o mesmo depende da atualização dos demais módulos. E ter um caixa lançado corretamente e sempre atualizado permite uma apuração e uma leitura de resultados mais fiel da situação da empresa, propiciando uma atuação mais direcionada na solução dos problemas. O Módulo de Caixa do Beta Sistemas é independente e exclusivamente para controle do caixa diário da empresa. Possui uma interface bem simples e amigável. Desenvolvido na plataforma Access, pode ser instalado facilmente em qualquer computador e até mesmo em pendrives ou HD externos. Baixa uma versão gratuita de 30 dias.



Uma das poucas exceções em meio ao cenário de crise do setor automobilístico, a Honda opera diariamente sua fábrica em Sumaré, no interior de São Paulo, com horas extras para dar conta da demanda. Seu recente lançamento, o utilitário-esportivo HR-V, tem fila de espera de 100 dias e as vendas da marca aumentaram 15% no primeiro quadrimestre, num mercado que caiu 18,4%. Mesmo com o cenário favorável, a fabricante japonesa está cautelosa. A segunda fábrica do grupo no País, antes prevista para ser inaugurada no fim do ano, só deve entrar em operação em Itirapina (SP) em 2016, ainda sem data definida. “Estamos revendo (o calendário) por causa da conjuntura. Vai depender do mercado, da situação econômica”, afirma o vice-presidente da Honda do Brasil, Carlos Eigi. A nova fábrica vai dobrar a capacidade produtiva da Honda, atualmente de 120 mil veículos por ano e ajudará a desafogar a unidade de Sumaré, que opera no limite. Os operários fazem 1h40 de trabalho extra diariamente em cada um dos dois turnos. “É caro e exige muito dos trabalhadores”, afirma Eigi. O plano da Honda é inicialmente concentrar na nova fábrica a produção do Fit, abrindo assim espaço para os modelos City, Civic e HR-V. Lançado em março, o utilitário-esportivo (SUV) compacto representa 40% da produção diária. Segundo Eigi, há fila de espera de 100 dias para o modelo top de linha (que custa R$ 88,7 mil) e de um mês para o mais barato (R$ 70 mil).

Fonte: Estadão - 22/05/2015
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Hoje elas são doces, belas roupas, belos carros, um telefone celular. Marcas do nosso cotidiano. O que muita gente não sabe é que algumas dessas marcas famosas nasceram décadas atrás como marcas dedicadas ao setor militar e à guerra. Com o passar do tempo, adaptaram os seus negócios. Algumas não se importam em falar que começaram em tempos de guerra. Outras preferem apagar esse capítulo de suas histórias. Confira, nas imagens, 15 exemplos de marcas famosas que começaram como marcas militares.

Fonte: Exame - 22/05/2015
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Se inteligência emocional faz falta até em tempos de calma e prosperidade, que dirá em meio às pressões trazidas pela crise econômica. O alerta vale para o Brasil, segundo o economista espanhol José Ramón Pin, professor da IESE Business School, cujo programa de MBA executivo foi considerado o melhor do mundo pelo jornal Financial Times em 2015. A partir de seu contato com alunos em Madri e em São Paulo, o professor observa paralelos entre os efeitos da crise que assola a Espanha desde 2008 e os possíveis impactos da estagnação econômica sobre o emocional dos profissionais brasileiros. Em entrevista exclusiva a EXAME.com, Pin falou sobre como encontrar motivação em tempos difíceis, o papel do chefe para o equilíbrio emocional da equipe e as lições que o brasileiro pode aprender com a crise espanhola.

Fonte: Exame - 22/05/2015
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No Japão, está difícil contratar engenheiros. No Brasil, profissionais da área técnica são os mais raros. No Canadá, trabalhadores de ofício - ou seja, aqueles que necessitam de habilidades específicas manuais como chefs, confeiteiros, açougueiros, mecânicos e eletricistas, entre outros autônomos especializados – são os mais buscados no mercado. Os dados são 10º edição da pesquisa anual sobre escassez de talentos, divulgada pelo ManpowerGroup, nesta semana. Ao todo, foram ouvidos 41,7 mil profissionais de recursos humanos de 42 países. Entre os motivos mais citados para a dificuldade de contratar estão a pouca quantidade de profissionais interessados, a falta de competências técnicas, a ausência de experiência, a falta de habilidades comportamentais e, por fim, pretensões salariais mais altas. Confira os 10 profissionais mais em falta:

Fonte: Exame - 22/05/2015
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Desde a criação do Parque Yellowstone, nos Estados Unidos, em 1872, muitas das reservas naturais do mundo conseguiram salvar grandes territórios do desenvolvimento urbano. Mas passar alguns dias percorrendo trilhas dentro de um parque nacional é bem diferente de morar perto de um. A BBC Travel conversou com pessoas que vivem nas cidades mais próximas de cinco dos mais incríveis parques nacionais do mundo, segundo ranking da US News and World Report e da CNN. Elas contam como é ter uma natureza exuberante em seu quintal.

Fonte: BBC Brasil - 22/05/2015
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No Evangelho de Mateus 6.34, lê-se: “Não vos preocupeis pois, pelo dia de amanhã; o dia de amanhã terá as suas preocupações próprias. A cada dia basta o seu cuidado.” Inúmeras conclusões podem ser tiradas desse texto. Uma delas é que, ao segui-lo, pode se evitar a ansiedade, que tanto mal faz ao ser humano, principalmente por consumir, antecipadamente, uma energia que fará falta num momento seguinte.

Discutindo particularmente a ansiedade, com o passar do tempo e com o amadurecimento que este traz, fica mais fácil concluir que o controle da mesma é tão necessário para que se possa dar tempo ao tempo para que o amadurecimento traga a capacidade para enfrentar os desafios do dia-a-dia de maneira muito menos estressante e de forma muito mais produtiva. Além de poupar o ser humano de um desgaste físico e emocional muitas vezes desnecessário.

Alguém poderá dizer: mas não é exatamente a ansiedade que favorece o amadurecimento por ficar o tempo todo pressionando o ser humano pela busca das soluções ou pela realização das tarefas? Talvez sim. Porém, se o ser humano for orientado no sentido de buscar as respostas para as suas dúvidas sem pressa desmedida, chegará ao amadurecimento com muito mais vigor físico e mental. Continue lendo o artigo.

Alfredo Fonceca Peris


Todo mundo sempre tem uma pessoa sem noção no círculo de amizades. Seja para render boas histórias ou lhe fazer passar por muitos constrangimentos, tem sempre alguém na turma que é responsável por soltar os comentários de mau gosto, dar má nota nas conversas justamente quando o (a) paquera está por perto ou te arrumar um motivo que seja para dizer “onde é que você estava com a cabeça?!”. Acontece que muitas vezes, tal qual nossos amigos sem noção, nós também tomamos decisões absurdas com dinheiro e nem nos damos conta disso. Se você já fez alguma das coisas listadas abaixo, está na hora de deixar de ser sem noção com sua grana!

Fonte: Uol - 22/05/2015
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Donos de empresas de consultoria e assessoria investigados na Operação Lava Jato tiveram um enriquecimento meteórico entre 2003 e 2013, período em que o esquema de corrupção na Petrobrás funcionou, segundo seus delatores, de forma “institucionalizada”. Conforme o caso, o patrimônio dos envolvidos se multiplicou por até 97 vezes. Os dados constam de relatório da Receita Federal elaborado a pedido da força-tarefa encarregada das investigações. O Fisco avaliou as finanças declaradas por 11 pessoas apontadas como operadoras do esquema e descobriu que, apenas entre 2006 e 2013, elas movimentaram R$ 311,2 milhões. O lobista Milton Pascowitch, preso preventivamente nessa quinta-feira, 21, era dono de bens e direitos que somavam R$ 574 mil em 2003. As posses se multiplicaram por 50 no período, saltando para R$ 28,2 milhões. Pascowitch é dono da Jamp Engenheiros, uma das empresas que teria usado para pagar, em nome de empreiteiras, propinas ao PT e à Diretoria de Serviços da Petrobrás. Entre 2006 e 2013, ele movimentou, sozinho, R$ 51 milhões.

Fonte: Estadão - 22/05/2015
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quinta-feira, 21 de maio de 2015

Deve chegar a R$ 25 bilhões a redução neste ano no valor destinado a financiar casas próprias pela Caixa Econômica Federal, maior financiadora habitacional do país. O corte representa 20% do que foi desembolsado no ano passado. Será o segundo ano seguido de recuo nos desembolsos para a habitação do banco e o mais acentuado desde o início do ciclo de expansão nos financiamentos imobiliários em 2002. O banco estima emprestar neste ano cerca de R$ 103,8 bilhões, já somando os financiamentos com recursos da poupança e aqueles com o dinheiro do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). A previsão inicial da Caixa era de, pelo menos, repetir neste ano o desempenho do crédito imobiliário em 2014, de R$ 128,8 bilhões (R$ 70,4 bilhões com o dinheiro da poupança e R$ 49,4 bilhões com FGTS e subsídios). Mas as expectativas foram frustradas após a forte saída de recursos da caderneta de poupança. De janeiro a abril, a poupança teve saques de R$ 29,2 bilhões. A expectativa do setor é que a caderneta perca R$ 50 bilhões em depósitos neste ano, o que deve comprometer os financiamentos imobiliários no país. Se a escassez de recursos persistir, as taxas cobradas dos mutuários podem chegar perto do teto de 12% mais TR.

Fonte: Folha - 21/05/2015
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O Brasil caiu 21 posições e foi do 57º para o 78º lugar no último ranking de capital humano do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). O índice mede como 124 economias estão desenvolvendo e aplicando seus recursos de pessoal de forma produtiva ao longo do tempo. "Talento, não capital, será o fator chave ligando inovação, competitividade e crescimento no século XXI. Mais de um terço dos empregados globais reportaram dificuldades em encontrar talentos no ano passado", diz Klaus Schwab, fundador e presidente do Fórum. Foram levados em conta 46 indicadores em 2 eixos: aprendizado (participação e qualidade da educação formal e do treinamento no local de trabalho) e emprego (coisas como nível de desemprego e subemprego, participação feminina e composição da força de trabalho).

Fonte: Exame - 21/05/2015
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O ilustrador e designer Bryan Dunn pode ser considerado um dos pais mais legais do mundo. Sabe por que? Porque ele reserva um tempo todos os dias para alegrar seu filho com seu próprio talento. O artista (eu acho que posso chama-lo assim) desenha personagens famosos na lancheira de seu filho antes que o garoto vá para a escola — cada ilustração leva cerca de 30 minutos para ser feita. Bryan diz que esse hábito é bom para todos, porque seu filho fica contente com uma lancheira personalizada e ele está sempre praticando seus traços com novos personagens.

Fonte: Awebic - 21/05/2015
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O "capital da vaidade" tem um papel cada vez maior na economia global - e isso só tende a aumentar, segundo um relatório recente do Bank of America Merril Lynch. O gasto global anual com produtos e serviços destinados a melhorar nossa aparência, confiança e prestígio é de US$ 4,5 trilhões de dólares - maior que o PIB da Alemanha, a quarta maior economia do mundo. Com exceção da Austrália, todas as regiões tiveram nos últimos 5 anos um crescimento maior do capital da vaidade em comparação com todos os outros. As ações da vaidade tem crescido a uma média de 20% por ano desde 1995, contra 5% dos títulos em geral. A projeção para o aumento de rendimentos da vaidade é de 37% nos próximos 2 anos, muito acima dos 17% na média do índice MSCI. O banco usa uma definição de mercado um pouco questionável. US$ 3,7 trilhões do total da vaidade vem de coisas como cosméticos, academias e até smartphones (que tem, obviamente, muitas outras funções além de massagear o ego). No balanço, 90% do "capital da vaidade" é de produtos "normais" e 10% de produtos de "luxo".

Fonte: Exame - 21/05/2015
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Os diferentes resultados obtidos por uma empresa de consultoria, quando da realização de um trabalho em uma empresa ou grupo de empresas, particularmente na área de gestão empresarial, normalmente não podem ser lidos sempre utilizando o mesmo parâmetro de comparação. Isso me parece claro. E sabem por quê? Simplesmente porque estou chegando à conclusão de que o consultor é um “soldado quase sem armas”. Quando esse tem armas, as mesmas são, na grande maioria das vezes, dadas pela empresa ou pelo grupo de empresas em que ele realiza o trabalho. E muitas vezes a própria empresa contratante não tem essa consciência e nunca a adquire. Durante a execução do trabalho ou ao seu término, avalia os resultados como sendo exclusivos da ação da consultoria e de sua interação com a empresa, sem levar em consideração o ambiente propicio à ação da consultoria e à sua efetividade, existentes quando do início do trabalho. Leia a íntegra do artigo.

Autor: Economista Alfredo Fonceca Peris

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