sexta-feira, 22 de maio de 2015

Uma das poucas exceções em meio ao cenário de crise do setor automobilístico, a Honda opera diariamente sua fábrica em Sumaré, no interior de São Paulo, com horas extras para dar conta da demanda. Seu recente lançamento, o utilitário-esportivo HR-V, tem fila de espera de 100 dias e as vendas da marca aumentaram 15% no primeiro quadrimestre, num mercado que caiu 18,4%. Mesmo com o cenário favorável, a fabricante japonesa está cautelosa. A segunda fábrica do grupo no País, antes prevista para ser inaugurada no fim do ano, só deve entrar em operação em Itirapina (SP) em 2016, ainda sem data definida. “Estamos revendo (o calendário) por causa da conjuntura. Vai depender do mercado, da situação econômica”, afirma o vice-presidente da Honda do Brasil, Carlos Eigi. A nova fábrica vai dobrar a capacidade produtiva da Honda, atualmente de 120 mil veículos por ano e ajudará a desafogar a unidade de Sumaré, que opera no limite. Os operários fazem 1h40 de trabalho extra diariamente em cada um dos dois turnos. “É caro e exige muito dos trabalhadores”, afirma Eigi. O plano da Honda é inicialmente concentrar na nova fábrica a produção do Fit, abrindo assim espaço para os modelos City, Civic e HR-V. Lançado em março, o utilitário-esportivo (SUV) compacto representa 40% da produção diária. Segundo Eigi, há fila de espera de 100 dias para o modelo top de linha (que custa R$ 88,7 mil) e de um mês para o mais barato (R$ 70 mil).

Fonte: Estadão - 22/05/2015
Clique aqui para ler a íntegra da matéria no site da fonte





0 Comentários - Clique aqui e comente:

Postar um comentário

Deixe seu comentário, crítica ou sugestão.

Peris Consultoria na mídia Siga a Peris Consultoria no Twitter!