
Recentemente, a senadora Kirsten Gillibrand, de Nova York, disse que se quisermos resolver o impasse no congresso, precisaremos de mais mulheres. As mulheres se concentram mais na busca por pontos em comum e na colaboração, defendeu ela. Mas há outro motivo pelo qual nós seríamos beneficiados com um maior número de mulheres em posições de poder, e não se trata de uma questão de bom comportamento. Os neurocientistas descobriram evidências indicando que, nos momentos de pressão, as mulheres trazem qualidades únicas ao processo de tomada de decisões. Mara Mather, neurocientista cognitiva da Universidade do Sul da Califórnia, e Nichole R. Lighthall, neurocientista cognitiva atualmente na Universidade Duke, são duas das principais pesquisadoras que descobriram que, em circunstâncias normais, quando tudo vai bem e as coisas são fáceis de administrar, homens e mulheres tomam decisões a respeito dos riscos de maneira semelhante. Mas, ao acrescentar o estresse à situação - reproduzido no laboratório ao fazer os participantes mergulharem a mão na água gelada - homens e mulheres começam a se comportar de maneira diferente.
Fonte: Estadão - Economia - 22/10/2014
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