
A capacidade de produzir energia a partir da força dos ventos deixou de ser apenas um plano ambicioso desenhado por ambientalistas visionários há alguns anos. Crescendo anualmente a taxas de dois dígitos, a indústria da energia eólica movimenta bilhões em todo o mundo. Hoje, de acordo com dados da Associação Mundial de Energia Eólica, as gigantescas turbinas brancas que giram incessantemente em diversas partes do planeta já são capazes de produzir quase 240 mil megawatts. Isso equivale à produção combinada de cerca de 18 usinas hidrelétricas como a de Itaipu, a segunda maior do mundo. Dono de uma das matrizes energéticas mais limpas do planeta, o Brasil entrou tarde na corrida da energia dos ventos.
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