
Enquanto os países da Europa se esforçam para ajustar suas contas públicas, cortando gastos para tentar reconquistar a confiança dos mercados financeiros, a economia brasileira já usufrui de um patamar confortável de déficit nominal (contabilizado após o pagamento de juros), em linha com o Tratado de Maastrich, assinado em 1992 e reafirmado recentemente, que prevê que o resultado negativo fique abaixo de 3% do Produto Interno Bruto (PIB), ou que a dívida não ultrapasse 60% do PIB. Em 2010, o déficit nominal das contas do setor público consolidado brasileiro, o que inclui o governo federal, os estados, municípios e empresas estatais, somou 2,56% do PIB.
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