Em algum lugar na sede da empresa de consultoria PwC (PricewaterhouseCoopers), em Londres, uma projeção de pontos multicoloridos cintila na parede branca de uma sala de reuniões. Cada um dos pontinhos lilás ou rosados representa um passo no fascinante percurso da caça aos hackers. Para os membros da mais nova equipe de segurança da PwC –uma matilha de investigadores cibernéticos, quase todos com idade inferior aos 30 anos–, as luzes coloridas representam sinais de alerta para outras empresas. Os especialistas em questões cibernéticas são uma categoria de profissional diferente daqueles que as empresas convencionais costumam contratar. "É preciso saber que esse jovem não é certinho como o mundo dos negócios", afirma John Berriman, da PwC.
Fonte: Folha - 30/12/2013
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