Dizem que, para perder um emprego, basta tê-lo. Mesmo sabendo que, muitas vezes, as demissões acontecem mais por força de circunstâncias como crise e reposicionamento estratégico, é impossível não receber o bilhete azul sem ter o ego arranhado. “Demissão acontece com quase todo mundo. Não é demérito ou indício de caráter. Ninguém deveria ter vergonha de se encontrar nesta situação”, defende a psicóloga Olga Tessari. Apesar da visão otimista, ela admite que as pessoas, no período imediatamente seguinte à demissão, podem se dar o direito de ter momentos de tristeza. “Todos podemos ficar tristes, chorosos, abatidos e passar por um período de revolta. O que importa é que isso seja passageiro”, aponta.quinta-feira, 1 de setembro de 2011
quinta-feira, setembro 01, 2011
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Dizem que, para perder um emprego, basta tê-lo. Mesmo sabendo que, muitas vezes, as demissões acontecem mais por força de circunstâncias como crise e reposicionamento estratégico, é impossível não receber o bilhete azul sem ter o ego arranhado. “Demissão acontece com quase todo mundo. Não é demérito ou indício de caráter. Ninguém deveria ter vergonha de se encontrar nesta situação”, defende a psicóloga Olga Tessari. Apesar da visão otimista, ela admite que as pessoas, no período imediatamente seguinte à demissão, podem se dar o direito de ter momentos de tristeza. “Todos podemos ficar tristes, chorosos, abatidos e passar por um período de revolta. O que importa é que isso seja passageiro”, aponta.
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