São 11 e meia da manhã e o escritório da Mead Johnson, multinacional de nutrição infantil, em São Paulo, está na penumbra, em silêncio quase total. Dos cerca de 60 funcionários, alguns trabalham normalmente enquanto outros estão imóveis diante do computador, de olhos fechados. É o momento da meditação na empresa. Há quase dois anos a prática se repete: duas vezes por dia, de manhã e à tarde, parte da equipe interrompe o que está fazendo para meditar durante 25 minutos. Parece mágica, mas não é. Os efeitos da meditação no bem-estar e na saúde são estudados desde os anos 70.
Fonte: Exame - 11/08/2014










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