Será que hoje e nos próximos dias do ano, para nós que temos o privilégio de ter nossa mãe por perto, devemos dar-lhe somente presentes materiais, do tipo roupas, calçados, eletrodomésticos, viagens, perfumes e por aí segue? Ou devemos dar-lhe o maior e mais definitivo presente, aquele capaz de dar-lhe maior prazer e sentimento do dever cumprido? Qual seja, o amor, o respeito, o tratamento respeitoso e o reconhecimento de que tudo que uma mãe faz por um filho, tem custo – e muito custo para a mãe – porém, para os filhos, não tem preço.
Fonte: Artigo do economista Alfredo Peris
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