
Desde a segunda-feira 19 credores da Construtora OAS têm sido recebidos em escritórios de advogados contratados pela empreiteira. O objetivo é buscar uma renegociação de dívida, em um procedimento conhecido como recuperação extrajudicial. Trata-se da primeira grande empreiteira citada na Operação Lava Jato a buscar acordos para evitar pedidos de falência. “A situação do caixa da empresa se deteriorou demais desde que a Petrobras parou de pagar aditivos feitos em vários contratos”, disse à ISTOÉ um dos advogados que trabalham para a OAS. É provável que nos próximos dias outras gigantes do setor envolvidas na Lava Jato sigam o mesmo caminho, juntando-se assim a empresas menores que já se encontram em processo de recuperação judicial ou de falência. A Engevix, por exemplo, é alvo de processo de falência na vara cível de Barueri (SP) e estuda a venda de ativos. UTC e Mendes Júnior planejam enxugar drasticamente seus quadros. Na terça-feira 20, a Alumini Engenharia (ex-Alusa) entrou com pedido de recuperação judicial. A empresa, com contratos na Refinaria de Abreu e Lima e no Complexo Petroquímico do Rio, argumenta que deixou de receber R$ 1,2 bilhão da Petrobras e que não tem como honrar compromissos que somam R$ 800 milhões.
Fonte: IstoÉ - 24/01/2015
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