Num mundo de alta instabilidade, a falta de paciência da geração Y é justificada, na opinião de Charles-Henri Besseyre des Horts, professor de gestão e recursos humanos da escola de negócios HEC Paris. A época em que um profissional construía sua carreira em uma só empresa ficou para trás. Em tempos turbulentos, as companhias não são mais capazes de traçar planos de longo prazo para seus funcionários, afirma. “Não dá para saber se no próximo ano a empresa será comprada ou passará por uma fusão. O nível de previsibilidade despencou.” Neste contexto, faz sentido que a geração Y não queira esperar por compensações futuras, que podem nunca chegar.
Fonte: Época Negócios - 25/09/2014
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