
Alçada ao posto de presidenta mundial da General Motors, tornando-se a primeira mulher a assumir essa função em uma montadora, a engenheira americana Mary Barra, 51 anos de idade e 33 de GM, teve que lidar com uma injustiça. Seu salário, de US$ 4,4 milhões por ano, estava abaixo do do antecessor, Dan Akerson, que recebia US$ 9,1 milhões anuais. Mais estranho ainda: Akerson receberá US$ 4,6 milhões por ano para prestar consultoria à própria GM. Depois da enorme repercussão e do estrago que o episódio poderia provocar, a GM anunciou que Mary poderá embolsar US$ 14,4 milhões em 2014, mas o valor está sujeito à aprovação de acionistas, em decisão que será tomada em junho, e ao desempenho da montadora. Desde que o movimento feminista foi às ruas, há cinco décadas, as mulheres quebraram barreiras em diversas áreas, mas alguns obstáculos parecem intransponíveis. Por mais que estejam amplamente inseridas no mercado de trabalho – hoje presidem empresas e governam países –, elas ainda ganham menos do que os homens.
Fonte: IstoÉ - 08/03/2014
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