O incentivo ao consumo como principal motor do crescimento está sendo chamado por alguns economistas de ‘insistência no erro’ por parte da presidente Dilma Rousseff. Junto com o consumo, economistas ouvidos pelo iG sobre o desempenho da economia em 2013 também criticam o fraco desempenho na área fiscal após desonerações sem a reestruturação da carga tributária, o isolamento do Banco Central (BC) como único agente efetivo na tentativa de controlar a inflação e a falta de foco para diminuir despesas. “Foi um ano de desempenho pífio”, afirma o professor da Universidade de Brasília (UnB) José Carlos de Oliveira.
Fonte: IG - Economia - 30/12/2013
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