A ideia de tornar gratuitos os ônibus urbanos no Brasil, defendida pelo
Movimento Passe Livre (MPL), pode ter um forte apelo social, mas
provocaria um rombo dramático nas finanças dos municípios e
comprometeria outros serviços prestados à população. De acordo com a
teoria econômica, tudo tem um custo – mesmo que ele não seja visível a
olho nu. Como dizia o economista Milton Friedman (1912-2006), prêmio
Nobel de Economia em 1976, “não existe almoço grátis”. Como os recursos
disponíveis são limitados, seria preciso encontrar fontes alternativas
para custear o sistema, se o ônibus fosse de graça. .
Fonte: Época - 02/07/2013










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