O emaranhado de “xizes” do império de Eike Batista sempre foi complexo. Criando empresas de vários setores – todas com um X no meio – o mineiro (e não carioca) que sonhava ser o homem mais rico do mundo acabou se perdendo no próprio labirinto. E está levando com ele uma horda de investidores nacionais, estrangeiros, bancos, empresas parceiras e sabe-se lá quem mais. Analistas e especialistas no mundo todo se desdobram para entender onde tudo começou e, principalmente, onde tudo vai parar. O tamanho da conta só Eike Batista conhece. Na complexidade das operações do grupo, ficou quase impossível descobrir quanto ele deve para quem. Seria importante saber disso para entender qual a extensão do risco de falência que as empresas podem causar.
Fonte: G1 - 04/07/2013











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