De ídolo inconteste a piada. Anderson Silva conseguiu, no UFC 162, aos 38 anos, estragar uma carreira que construiu com muitas vitórias, suor e sangue derramado no octógono. Contra o americano Chris Weidman, o brasileiro provocou, brincou, desprezou, humilhou… E acabou nocauteado. Pode voltar a ganhar – até porque ainda tem contrato para várias lutas. Mas arruinou a imagem que construiu entre empresas e, principalmente, público brasileiro. Ironicamente, quem abriu o NEGÓCIOS FC durante esta semana que antecedeu a luta viu a notícia sobre o Aranha ter entrado para as listas dos cinco atletas mais lembrados e admirados pelo brasileiro. O único que não joga futebol, atrás apenas de Neymar, Pelé, Ronaldo e Ronaldinho Gaúcho.
Fonte: Época Negócios - 08/07/2013










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