quarta-feira, 24 de julho de 2013

Nos últimos tempos, o pessimismo tomou conta da economia, mas as cidades médias vivem um momento bem mais animado. Até 2020, as classes A e B deverão ganhar 11 milhões de pessoas — e metade delas estará fora dos grandes centros urbanos. “As classes A e B estão crescendo mais porque a C já cresceu muito. Estamos vendo agora uma migração da nova classe média para os estratos mais ricos da população”, diz Marcelo Neri, ministro da Secretaria de Assuntos Estratégicos da Presidência da República e presidente do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). Em lugares como Campos dos Goytacazes, no Rio de Janeiro, Uberaba, em Minas Gerais, e Cascavel, no Paraná, que já estão no mapa das empresas, a novidade será a taxa de expansão do número de famílias com rendimentos acima de 5 000 reais, a linha de corte para a entrada na classe B, e superiores a 7 500 reais, o limite mínimo que classifica quem passa para a classe A.
Fonte: Exame - Economia - 24/07/2013

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