
"Nada é como era antes", o primeiro-ministro Jean-Claude Juncker disse ao Parlamento no mês passado, explicando por que, depois de anos de resistência, Luxemburgo decidiu iniciar o compartilhamento de informações com as autoridades fiscais estrangeiras sobre o dinheiro escondido no país. "Nem tudo mudou, mas muitas coisas mudaram. Outras mudanças são necessárias, ou tudo vai mudar." A atenção esta semana para a possibilidade da Apple e de outras empresas importantes dos Estados Unidos evitarem impostos através de acordos fiscais no exterior obscurece um desenvolvimento talvez mais significativo, com destaque para o fim do sigilo bancário: as pressões implacáveis sobre centros financeiros opacos em todo o mundo em meio a um ataque global contra a evasão fiscal e o sigilo que a possibilita.
Fonte: IG - Economia - 27/05/2013
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