O ano de 2008 foi um dos mais marcantes na vida do economista americano Paul Krugman, professor de economia e assuntos internacionais da Universidade de Princeton e articulista do jornal The New York Times. Foi premiado com o Nobel de Economia e viu suas previsões se materializar com o estouro da crise financeira e econômica nos Estados Unidos. Com seus artigos e palestras, Krugman aumentou o tom das críticas aos defensores da tese do Estado mínimo e abriu uma trincheira para abrigar os adeptos das ideias do britânico John Maynard Keynes, economista que defendia o estímulo da demanda com o aumento dos gastos públicos para tirar um país da recessão. Passados quatro anos, Krugman, a pedido de EXAME, fez um balanço de como a crise afetou o pensamento econômico — e de como vai influenciar as tendências das próximas décadas. A seguir, a entrevista.
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