O diagnóstico de ascensão de parte da população pobre à classe média na última década, como defendido por alguns intelectuais e técnicos do governo, não é consenso entre os especialistas. Muitos não negam a diminuição da desigualdade social, a redução da concentração da riqueza, a melhoria da renda dos mais pobres e o incremento das perspectivas desse setor da população. Entretanto, consideram que a renda não é o único fator a ser levado em conta – pesquisa divulgada pelo governo na semana passada classifica como classe média os que vivem em famílias com renda per capita mensal entre R$ 291 e R$ 1.019 e têm baixa probabilidade de passar a ser pobre no futuro próximo. “Essa classe média é uma fantasia que está se criando”, critica Eduardo Fagnani, do Instituto de Economia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).
Fonte: Época - Consumo - 03/10/2012










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