
Houve um tempo - entre o século 19 e início do século 20 - que empresários britânicos desembarcavam no Rio de Janeiro com cartas geográficas brasileiras debaixo do braço e repletos de ideias para cortar o País de cima a baixo com ferrovias projetadas em Londres. Demorou um século para a Grã-Bretanha voltar a enxergar o Brasil no mapa, mas, agora, interessados em usar os negócios com países emergentes como uma das alavancas para tentar sair da crise econômica, o governo e as empresas do país se dizem decididos a reverter - e rápido - o que o chanceler britânico William Hague definiu como os anos de "negligência" nas relações bilaterais.
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