
A alta da inadimplência no Brasil, que foi destaque nos balanços dos três maiores bancos privados brasileiros divulgados nesta semana, não é motivo para desespero, na opinião de analistas do mercado. Depois de um susto no primeiro trimestre, os índices de calote devem começar a recuar no segundo semestre, como resultado da maior seletividade das instituições financeiras na concessão de crédito e da queda das taxas de juros, que deve facilitar o pagamento das dívidas. Esta semana, Bradesco, Itaú Unibanco e Santander anunciaram que tiveram aumento dos seus níveis de inadimplência nos três primeiros meses do ano, principalmente no segmento pessoa física. Por causa disso, os bancos precisaram elevar as provisões para créditos de liquidação duvidosa, afetando seus resultados trimestrais.
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