
O Brasil provavelmente cresceu 3% ou menos em 2011, expansão considerada baixa. Mas isso não impediu que a taxa média de desemprego medida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) recuasse de 6,7% em 2010 para 6% no ano passado. E nem evitou o avanço do mercado formal, que segue em alta neste ano. Segundo especialistas, fatores estruturais e cíclicos explicam o fato de o desemprego estar tão baixo em meio ao lento avanço da economia. Um desses fatores é a continua expansão do Produto Interno Bruto (PIB) e, principalmente, do rendimento real dos trabalhadores em níveis acima do registrado pelo incremento da População Economicamente Ativa, a PEA.
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