
No capitalismo do século 21, em países adiantados como os Estados Unidos, os setores mais dinâmicos e produtivos não serão a principal fonte de criação de emprego, mas sim serviços como saúde e educação, ligados ao Estado. A avaliação, que vai na direção contrária ao que a maior parte dos altos executivos e empresários no Fórum Econômico Mundial acha e defende, foi feita quinta-feira, 26, por Lawrence Summers, de Harvard, um dos economista mais respeitados do mundo.
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