segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Com a economia acelerada, o Brasil viveu um boom de empregos. “Tinha gente mudando de emprego quase como quem muda de roupa”, compara Costa. Isso mudou. Embora o mercado brasileiro ainda esteja entre os que oferece melhores salários, a questão principal para quem já ocupa uma função de nível gerencial ou de diretoria é a proposta, o desafio. O que coloca empresas como a Hays em uma posição em que, para atender melhor ao cliente (a empresa), é preciso prestar atenção às expectativas do candidato. “Ele tem que saber fazer as perguntas certas. Que empresa é essa? Qual é o projeto? Qual é a cultura da companhia?” Ao final do questionamento, o perfil que emerge não é necessariamente do profissional arrojado e de rápida tomada de decisão. “É de um executivo mais maduro, mais vivido, mais experiente na gestão inclusive de crise, de processos e de pessoas”, diz Costa. E que esteja disposto a oferecer um toque pessoal a tudo o que faz. “Ele precisa encarar a empresa em que trabalha como se fosse um negócio próprio”. Continue lendo a matéria.

Fonte: Época Negócios - Carreira - 05/12/2011

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