Sem constrangimento, o calçadão lotado vira camarim e palco. Azerutan troca de roupa e empasta seu rosto com uma mistura de tintas que aproximam sua pele da textura do concreto. Ele começa a dar vida ao poeta Fernando Pessoa. Ou melhor: a uma estátua representando o escritor. Todos os dias, eles vão para a rua, seu local de trabalho, e se preparam para um expediente que pode até parecer curto - cerca de três horas - para quem trabalha sentado e com intervalos para o café. Nem tanto para quem trabalha imóvel. Às vezes, na ponta de sapatilhas de bailarina. Idas ao banheiro ou parada para o lanche só acontecem antes ou depois das sessões. .Fonte: G1 - Arte - 06/12/2011










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