
A maioria das empresas brasileiras e das multinacionais que atuam no País não costuma se antecipar a mudanças no mercado, como alterações no perfil dos consumidores. Isso é o que mostra uma pesquisa conduzida pelos professores Leonardo Araújo e Rogério Gava, da Fundação Dom Cabral. Das 257 companhias estudadas, 95% mostraram nível de proatividade entre baixo e médio. “Isso ocorre porque é mais confortável esperar a mudança chegar. Os riscos envolvidos são menores do que para quem é mais inovador e se antecipa ao mercado ou é o próprio causador das mudanças”, diz Araújo.
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