quarta-feira, 26 de outubro de 2011

As duas maiores potências globais estão em rota de colisão por conta de suas políticas cambiais. Tanto Estados Unidos quanto China querem manter os valores de suas moedas em patamar desvalorizado para tentar alavancar suas economias. Afinal, câmbio depreciado implica estímulo às exportações e à indústria nacional. Nesta briga, os EUA são os mais prejudicados. O yuan barato implica a continuidade do déficit comercial sistêmico que o país possui com a economia chinesa. A Casa Branca, ante a crise global, tem exercido pressão para que Pequim valorize sua moeda, considerada artificialmente depreciada. Neste mês, os ânimos acirraram-se ainda mais porque o Senado aprovou um projeto de lei que tem o objetivo de punir o país asiático por ‘suposta’ manipulação cambial, o que desagradou Pequim. Enquanto não se resolvem, todo o mundo sofre, pois as moedas das mais diferentes nações se fortalecem ante as principais divisas globais, causando inúmeros desequilíbrios.
Fonte: Veja - Economia - 26/10/2011

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