
Antes dos trinta, o carioca Marcio Noronha ganhou rios de dinheiro na bolsa, mas perdeu tudo pouco tempo depois. Ele tentou ser empreendedor no Paraguai e chegou a vender alfaces para pagar as contas da família. Determinado a fazer fortuna, Noronha voltou para o mercado financeiro e aprendeu as artimanhas da análise gráfica - desta vez para não sair mais da renda variável. Do céu ao inferno, foram muitos os episódios que marcaram a vida do sócio e analista técnico da Rico, um economista que não lê notícias e só toma decisões no rastro desenhado pelos gráficos.
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