
Dinheiro poupado corre risco por natureza. Embaixo do colchão, ele perde para a inflação; aplicado em renda fixa, está sujeito à saúde financeira de governos e empresas; e aplicado em ações, flutua ao sabor das cotações. Ninguém sozinho é capaz de conter as crises econômicas, desastres naturais e conflitos políticos que abalam os mercados, mas isso não é desculpa para adicionar riscos desnecessários à própria carteira de investimentos. A tomada de risco deve ser consciente, mas algumas impressões erradas podem levar o investidor a sérios enganos, como as quatro armadilhas a seguir.
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