terça-feira, 14 de agosto de 2012

Em 75 anos (recém-completos), a Estrela atravessou uma guerra mundial, uma revolução e viu o mundo encolher por meio da tecnologia digital e de telefones móveis. Com 20 anos de empresa, Carlos Tilkian, presidente da companhia, pode dizer que acompanhou boa parte dessa trajetória. Mas o pior veio no final dos anos 90, quando o governo passou a facilitar as importações e o setor de brinquedos sofreu com uma verdadeira enxurrada de produtos chineses. Muitas empresas nacionais baquearam e poucos acreditaram que a Estrela sobreviveria. A receita da Estrela para vencer a batalha foi unir-se ao inimigo. A empresa passou a produzir na China os produtos que eram menos competitivos no Brasil. Só os produtos em que a empresa era competitiva nacionalmente continuaram a ser produzidos em suas três unidades fabris. Assim, ela conseguiu sobreviver aos importados.
Fonte: Época Negócios - 14/08/2012

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