A cada real que trocou de mãos no pregão da Bolsa de Valores de São Paulo, em junho, oito centavos envolveram ações das empresas de Eike Batista. As sete companhias do chamado “mundo X” são o maior fenômeno recente da bolsa brasileira. Não por acaso, um comunicado divulgado em 26 de junho pela petrolífera OGX, informando que sua produção de petróleo seria inferior ao esperado, atingiu o mercado como um tsunami. “Ninguém tem direito de chorar, o risco de se investir nessas empresas era conhecido”, diz Clodoir Vieira, economista-chefe da corretora Souza Barros. Porém, por qualquer métrica, atualmente algumas delas estão bem mais baratas. É hora de comprar?
Fonte: IstoÉ Dinheiro - 07/07/2012










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