Depois de perder o pai, aos 16 anos, a carioca Camila Farani começou a trabalhar na tabacaria da família. Foi em meio a deveres de química e a contabilidade do pequeno negócio que Camila descobriu sua veia empreendedora. Tanto é que, anos depois, decidiu abrir uma loja de alimentos naturais no centro do Rio de Janeiro, em vez de passar os seus dias dentro de um escritório com seu diploma de direito pendurado na parede. Quando foi convidada a integrar a diretoria do Mundo Verde, percebeu que já tinha bagagem suficiente para apoiar empreendedores na criação de empresas, e se tornou uma das 126 investidoras-anjo espalhadas pelo Brasil. As mulheres representam 52% dos empreendedores brasileiros, mas apenas 2% dos investidores em startups.
Fonte: Época Negócios - 11/03/2014
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