Apesar de já ter deixado as pistas (pela segunda vez) há quase um ano, Michael Schumacher, heptacampeão Mundial de Fórmula 1, continua sendo um atleta (e uma marca) valorizado pelos patrocinadores. Tanto que acaba de renovar um contrato milionário com a Deutsche Vermögensberatung (DVAG) para desfilar com a marca estampada em seu boné nos próximos sete anos. Para isso, receberá 21 milhões de euros (cerca de R$ 65,5 milhões). O piloto, na verdade, é uma exceção entre o mar de atletas que termina a carreira falido e esquecido. Segundo um estudo feito pela consultoria alemã Schips Finanz, cerca de 30% dos jogadores em atividade estão perto da ruína financeira, e 50% deles estarão quebrados quando terminar suas carreiras.
Fonte: Época Negócios - 03/09/2013
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