Em 1966, a revista Time admitiu que o comércio remoto era tentador e viável. Comodidade à parte, o consumo a distância estaria fadado ao fracasso. “As mulheres gostam de sair de casa, gostam de lidar com a mercadoria, gostam da possibilidade de mudar de ideia”, escreveu a publicação. Quase meio século depois, ficou claro que elas – e também os homens – não são tão afeitos a empurrar o carrinho de compras. Com o advento e popularização da Internet, o comércio eletrônico ganhou força e transformou-se em um negócio lucrativo. No Brasil, o varejo virtual movimentou 18,7 bilhões de reais no ano passado. A soma pode parecer modesta perto do faturamento global da gigante Amazon. Sozinha, a companhia faturou 48 bilhões de dólares com seus mais de 130 milhões de consumidores.
Fonte: Exame - Negócios - 07/05/2012
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