O resultado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2011 não condiz com o mais recente movimento iniciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de reduzir a taxa básica de juros do Brasil. A avaliação é do estrategista-chefe da CM Capital Markets, Luciano Rostagno, que, em comunicado a clientes e à imprensa, analisou que, enquanto, pelo lado da oferta, a indústria confirmou as expectativas de desaceleração, pelo lado da demanda, ainda há um cenário interno aquecido, detalhe frequentemente apontado pelos economistas como um fator de risco para o cumprimento das metas de inflação.sábado, 3 de setembro de 2011
PIB não dá suporte à estratégia do BC de cortar juros, apontam economistas
O resultado divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) sobre o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre de 2011 não condiz com o mais recente movimento iniciado pelo Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central, de reduzir a taxa básica de juros do Brasil. A avaliação é do estrategista-chefe da CM Capital Markets, Luciano Rostagno, que, em comunicado a clientes e à imprensa, analisou que, enquanto, pelo lado da oferta, a indústria confirmou as expectativas de desaceleração, pelo lado da demanda, ainda há um cenário interno aquecido, detalhe frequentemente apontado pelos economistas como um fator de risco para o cumprimento das metas de inflação.
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