Como as ações de uma empresa de pequeno porte, que acaba de sair de uma reestruturação, está resolvendo uma complicada dívida fiscal e enfrenta fortes concorrentes podem ser mais negociadas que as de gigantes como Petrobras, Gerdau e Bradesco? Uma empresa assim pode valer R$ 1,3 bilhão na bolsa? Olhando apenas esses números, parece haver algo errado. No entanto, centenas de pequenos investidores ignoraram esses sinais claros de manipulação e perderam, e muito, com as ações preferenciais e ordinárias da Mundial, fabricante de artigos de cutelaria, do Rio Grande do Sul. Na gíria indelicada do mercado, eles foram os patos da vez.
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